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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Cardápio contra o estresse!


O estresse e a ansiedade são fatores muito conhecidos nos dias atuais. Quem convive com pressão diária da carreira, dos estudos e dos compromissos em geral, muitas vezes se depara com esses dois vilões da saúde, que acabam atrapalhando o nosso bom “funcionamento”.
Recorremos então, a relaxantes musculares, antidepressivos e calmantes, fazendo com que nosso organismo receba medicamentos em excesso. Hoje, nós aplicamos a nutrição a favor do equilíbrio mental, mostrando como os alimentos podem substituir, muitas vezes, certos medicamentos.
foto:not1xpg.com
Alface: Lactucina e Lactupicrina são substâncias encontradas nos talos das folhas que funcionam como calmantes naturais.
Peixes, frutos do mar: Diminuem cansaço e ansiedade. Agem diretamente no cérebro, por conterem selênio e zinco.
Castanha-do-pará: Também rica em selênio, melhora os sintomas da depressão, e reduz o estresse.
Laranja e folha do maracujá: São relaxantes musculares. A laranja, por conter muita vitamina C, faz com que o organismo iniba a liberação de cortisol, que é o principal hormônio relacionado ao estresse. Já as folhas do maracujá, possuem alcaloides e flavonoides – substâncias depressoras do sistema nervoso central, responsável pela sensibilidade.


terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cérebro repõe as energias ao assistir TV

Foto: Manhã Livre.

Já passou horas em frente à TV assistindo seu seriado favorito? Pois saiba que cientistas afirmam que essa atividade pode ser benéfica para a mente. Pesquisadores da Universidade de Bufallo (Estados Unidos) concluíram que as pessoas, após assistirem aos seriados, apresentaram aumento de força de vontade e auto controle. Segundo publicação do Daily Mail, o estudo ainda apontou que a capacidade de montar quebra- cabeças também melhorava após assistir episódios já vistos há algum tempo.

Foi constatado que quando assistimos novamente os episódios de uma série de TV, não nos esforçamos para controlar o que estamos pensando, dizendo ou fazendo, ou seja, não gastamos energia mental. Por isso, assistir as reprises reabastece as energias que foram utilizadas e completam as reservas. Este resultado só acontece quando as reprises são assistidas e não ocorre ao assistir novos programas ou episódios inéditos.

A pesquisa aplicou testes em duas turmas. A primeira recebeu uma série de perguntas, exigindo maior concentração e a segunda, menor esforço para responder. Também foram feitas análises diárias, medindo o esforço, consumo de mídia e níveis de energia. A conclusão foi que as pessoas que passavam por provas mais difíceis tinham mais tendência em assistir novamente um show, filme ou ler um livro.

A pesquisa mostra o outro lado da televisão, observando que assistir seriados e filmes também pode trazer benefícios! O que acham?

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Musculação protege o cérebro

Pesquisas demonstram que, já a partir dos 25 anos, o cérebro inicia um processo gradual e lento de declínio cognitivo, ou perda de desempenho, que evolui com a idade. Na população idosa, o declínio cognitivo já é um importante assunto de saúde pública e a manifestação clínica desse declínio, são as quedas. Idosos com comprometimento cognitivo caem duas vezes mais do que os que não possuem.

Um estudo pesquisou o efeito em idosos de um treino de resistência de 12 meses no desempenho cognitivo e risco de quedas. Seus resultados mostraram que o treino realizado uma ou duas vezes por semana melhorou o desempenho, principalmente as características de atenção seletiva e solução de conflitos.

 
Após a conclusão deste estudo, os participantes foram acompanhados durante mais um ano. Idosos que participaram do programa de exercícios de resistência conseguiram manter os benefícios cognitivos e tiveram menos quedas, gerando economia para o sistema de saúde.

O estudo contou com 155 mulheres com idades entre 65 a 75 anos. O treino de resistência foi feito em aulas de 60 minutos utilizando um aparelho para as pernas  e pesos livres. Dentro dos que faziam o treino de resistência, havia um subgrupo que treinava uma vez por semana e outro que treinava duas vezes por semana. Esse grupo foi comparado a um grupo de controle que fazia treino de tonificação e equilíbrio duas vezes por semana, realizando exercícios de alongamento, amplitude de movimento, fortalecimento básico e equilíbrio, bem como de técnicas de relaxamento.

Surpreendentemente, o grupo que conseguiu sustentar os benefícios cognitivos foi o que treinava apenas uma vez por semana, ao invés de duas. Os autores do estudo especulam que este grupo provavelmente foi mais bem sucedido em manter o mesmo nível de atividade física obtido no estudo original.

Este estudo mostra mais uma vez que um corpo em forma está diretamente relacionado com um cérebro em forma. Em todas as idades, exercitar o corpo beneficia o cérebro. O treino aeróbico é geralmente associado a um melhor desempenho cognitivo, mas o interessante é que este novo estudo mostra que a musculação também pode ser adicionada à nossa lista de exercícios.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

O cérebro precisa voltar à escola?

Essa é aquela época do ano em que todas as crianças, adolescentes e a maioria dos jovens voltam às aulas após um longo período de férias. 

Mas e aqueles adultos que estão há muito tempo longe da escola? Seus cérebros também se beneficiariam se voltassem às aulas? Será que seus cérebros velhos teriam condições de aprender e reter esse aprendizado?

  
É claro que sim! Por ser tentador olharmos apenas para as falhas que o cérebro na meia idade costuma cometer, como não se lembrar de onde colocou as chaves do carro ou do nome de uma pessoa, deixamos de perceber como ele se tornou mais capaz com o tempo. Nos últimos anos, cientistas compreenderam melhor como o cérebro envelhece e confirmaram que ele continua a se desenvolver ao longo de toda a vida.

E como explicar esses eventuais lapsos de memória? Muito do que você aprendeu pode não estar perdido, mas escondido em algum lugar. São as tais situações em que a pessoa não consegue se lembrar de algo que ela tem certeza que sabe, aquelas conhecidas como “está na ponta da língua”. Pesquisas mostram que esses incidentes podem ser atribuídos em parte às conexões nervosas (sinapses) que se enfraquecem com a falta de uso ou com a idade.

Porém, pesquisas recentes têm trazido notícias animadoras. É que o cérebro, ao longo da meia idade, se torna melhor para reconhecer a idéia geral de uma situação. Se mantido em boa forma, o cérebro pode continuar a desenvolver caminhos que ajudam seu dono a reconhecer padrões e, consequentemente, ver significados e até soluções muito mais rápido do que uma pessoa mais jovem.

O truque é encontrar maneiras de manter as conexões do cérebro em boas condições e estimulá-las a crescer. O cérebro possui plasticidade e continua a mudar, não se tornando maior, mas adquirindo mais complexidade e permitindo uma compreensão mais profunda. Os educadores dizem que, para adultos, o ideal é desafiar os próprios conceitos que eles tanto trabalharam para criar quando jovens. Com um cérebro já cheio de caminhos bem definidos, os adultos devem “chacoalhar um pouco suas sinapses” confrontando pensamentos contrários aos seus e desafiando suas percepções de mundo.

Estes desafios, desde que lhe forcem a sair da sua zona de conforto, são a melhor maneira de manter o cérebro em forma e desenvolvê-lo. Vale de tudo, desde aprender um novo idioma a fazer um novo caminho para o trabalho. Quanto mais variados forem os desafios, melhor. 

E lembre-se que nunca é tarde para começar!

Texto retirado do Portal da Fisioterapia
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