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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Cafeína diminui risco de câncer de pele


A forma mais comum de câncer de pele pode ser evitada por meio da ingestão de cafeína segundo estudo publicado na revista Cancer Research. O artigo foi elaborado pela Associação Americana de Pesquisa do Câncer e constatou que quanto mais cafeína for consumida, menor é o risco de desenvolver basalioma, ou carcinoma de células basais (basocelular), um popular tipo de câncer.

Foram analisados 112.897 participantes, sendo que 22.786 desenvolveram basalioma nos 20 anos de acompanhamento do estudo. Durante esse período foi feita uma associação entre o consumo de café e o risco de carcinoma de células basais.

Também foi observada uma relação inversa entre a ingestão de cafeína de cafés, chás, bebidas gaseificadas e chocolate e o risco de basalioma, no entanto, não houve nenhuma associação com o consumo de café descafeinado.
Todavia, apesar da boa notícia para os amantes do café, a cafeína só diminui o risco do basalioma. O estudo concluiu que não existe nenhuma associação com outros tipos de câncer de pele, como o carcinoma de células escamosas e o melanoma, os dois tipos mais mortais.

Dos 112.897 participantes incluídos na análise, houve apenas 1.953 casos de carcinoma de células escamosas e 741 casos de melanoma. 


sexta-feira, 8 de junho de 2012

Cafeína pode ajudar a evitar Mal de Alzheimer


De acordo com uma pesquisa feita nas universidades do Sul da Flórida e de Miami, nos Estados Unidos, consumir cafeína pode ajudar a reduzir as chances de idosos com comprometimento cognitivo leve a desenvolverem doença de Alzeheimer. Todos os participantes do estudo que beberam ao menos três xícaras de café ao dia foram acometidos pela doença durante o período de acompanhamento.

Esse resultado sugere que idosos que consomem mais cafeína não desenvolvem a doença de Alzheimer ou apresentam demência com um atraso substancial. Esse efeito protetor da cafeína mostrou-se eficaz em indivíduos mais velhos, com comprometimento cognitivo leve.

A pesquisa foi feita durante quatro anos, com 124 indivíduos de 65 a 88 anos. Foram analisados a capacidade cognitiva e os níveis de cafeína na corrente sanguínea de cada um.

A equipe observou que os níveis de cafeína medidos no início do estudo eram 51% menores no sangue das pessoas que tinham comprometimento cognitivo leve e desenvolveram Alzheimer ao longo dos quatro anos, do que no daquelas que tinham o comprometimento, mas não foram acometidas pela demência. Além disso, nenhum paciente do grupo que consumiu mais cafeína teve Alzheimer no período da pesquisa.

É preciso lembrar que o estudo não afirma que a cafeína elimina o Alzheimer, mas que pode reduzir as chances de sua ocorrência.

Entenda o que é Cognição:
Conjunto de processos mentais usados no pensamento, na percepção, na classificação, no reconhecimento, na memória, no juízo, na imaginação e na linguagem. O comprometimento cognitivo é uma das características da demência, assim como do Alzheimer.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Os efeitos da cafeína

Evidências científicas sugerem que o consumo moderado de cafeína pode exercer efeitos benéficos sobre vários sistemas fisiológicos, como por exemplo:

 -Diminuir a fadiga mental;

 -Aumentar o gasto energético de repouso;

 -Diminuir a sensação de esforço associado à atividade física;

 -Melhorar o desempenho físico, motor e cognitivo;

 -Aumentar a capacidade de concentrar e focar a atenção;

 -Reforçar a memória de curto prazo;

 -Aumentar a capacidade de resolver problemas que requerem raciocínio;

 -Aumentar a capacidade de tomar decisões;

 -Melhorar a coordenação neuromuscular.


 Pesquisas mostraram que entre os benefícios estava a facilidade durante a execução de atividades que exigiam o uso de memória de curto prazo. Homens saudáveis tiveram aumento significativo do gasto energético após 30 minutos da ingestão de cafeína em dose superior a 50 mg. Este efeito persistiu por pelo menos 4 horas, aumentando em 6% no gasto energético de repouso total.

Cabe ressaltar que o consumo excessivo de cafeína pode causar efeitos adversos, como irritabilidade, dores de cabeça, insônia, diarréia e palpitações do coração.
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